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1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
27/03/2017, 16:55
Resposta: #11
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
(27/03/2017 11:35)mimimito Escreveu:  Câmbio não influencia a potência.

Se você ver as relações de marcha, a 5ª do up! é extremamente próxima à 6ª do Golf. No caso, é 6 marchas é muito mais marketing, pois, para o povo em geral "6 marchas é melhor que 5 marchas".

Mas ter 6 marchas é um pouco melhor que só 5. A marchas do up são bem alongadas, as rotações caem muito na troca. Com 6 marchas é mais fácil achar a marcha ideal.
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17/04/2017, 14:55 (Resposta editada pela última vez em: 17/04/2017 14:56 por OVERSPEED.)
Resposta: #12
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
O que diferencia mesmo é o software da central... as modificações são mais para parte de confiabilidade pois o Golf pesa mais e tem maior area frontal o que exige mais do motor como um todo...

Eu faço remap, tiro 160cv do up

Aqui um com intake Cordoba, medido antes e depois:

[Imagem: 16831033_1331415383563220_62970494650938...e=599010E7]
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22/04/2017, 14:05 (Resposta editada pela última vez em: 22/04/2017 14:09 por Otavio Marcondes.)
Resposta: #13
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
(27/03/2017 12:15)diegorji Escreveu:  Na verdade as relações de marcha não alteram a potência específica, porém interferem na curva de potência:

" Nela é possível ver claramente como potência e torque se relacionam, e em qual regime do motor um está mais disponível do que o outro, e até mesmo o consumo de combustível pode ser verificado no mesmo gráfico."

Desculpe mas nunca o câmbio interferirá no rendimento do próprio motor, não tem nada haver. O câmbio simplesmente repassa a energia produzida, através de suas engrenagens, multiplicando esta (para mais ou para menos) para ser transmitida as rodas.
Agora em rendimento de desempenho do carro eu concordo, pois alterar relações de marchas pode melhorar características de aceleração, consumo ou até ambas.
Quanto ao motor, recomendo que leiam o "release" da VW do lançamento do TSi no up! e tirem suas próprias conclusões quanto as reais diferenças.

Riqueza-SC
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22/04/2017, 17:12 (Resposta editada pela última vez em: 22/04/2017 17:18 por diegorji.)
Resposta: #14
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
(22/04/2017 14:05)Otavio Marcondes Escreveu:  Desculpe mas nunca o câmbio interferirá no rendimento do próprio motor, não tem nada haver. O câmbio simplesmente repassa a energia produzida, através de suas engrenagens, multiplicando esta (para mais ou para menos) para ser transmitida as rodas.
Agora em rendimento de desempenho do carro eu concordo, pois alterar relações de marchas pode melhorar características de aceleração, consumo ou até ambas.
Quanto ao motor, recomendo que leiam o "release" da VW do lançamento do TSi no up! e tirem suas próprias conclusões quanto as reais diferenças.

HeinHeinHeinHeinHeinHeinHein

Eu honestamente não entendi, pois no 1° paragrafo da sua resposta você não concorda, entretanto no 2° paragrafo você concorda com aquilo que você apresentou ser errado. Câmbio e relações de marcha são sinônimos nesse contexto.

Câmbio curto e câmbio longo: entenda a influência no desempenho do carro

"A distinção entre as duas variantes se dá nas dimensões das rodas dentadas que compõem a transmissão. Uma engrenagem é composta de duas rodas, uma menor (pinhão) e outra maior (coroa). A divisão entre o tamanho da coroa pelo pinhão corresponde à relação de marchas. Exemplo: Uma coroa de 15 centímetros de diâmetro está acoplada a um pinhão de 5 centímetros. A relação será de 3 para 1. (3:1). resultado de 15 dividido por 5.


As marchas mais baixas possuem relações maiores, ou mais multiplicadas. As marchas mais altas possuem quocientes bem próximos de um, ou até menores, também ditas desmultiplicadas. Abaixo, um exemplo de relações de marchas do câmbio MQ200 utilizado no Polo 1.6, da Volkswagen:

3,455:1
1,954:1
1,281:1
0,927:1
0,740:1
Ré: 3,182:1 – Diferencial: 4,188:1

O número à esquerda do sinal de divisão consiste na dimensão da engrenagem que compõe a relação de marcha. O “1” que vem depois do número se trata do pinhão, o qual está na saída do motor, sendo sua dimensão sempre constante, resultando no quociente de relação de marchas.

As marchas de mais torque, a primeira e a segunda, sempre serão mais curtas, pois seu objetivo é desenvolver força e tirar o peso do veículo do repouso. A quarta e quinta marcha têm como objetivo desenvolver velocidade e economizar combustível, especialmente em percursos rodoviários, mantendo a rotação baixa. Se tratam das relações longas.

Agora a explicação central: assim como existem marchas mais curtas e mais longas, existem câmbios curtos e câmbios longos. Eles são chamados assim de acordo com o conjunto de todas as relações de marcha. Na tabela abaixo, são comparadas as relações de marchas de dois carros: o Polo 1.6 e o Voyage 1.0, ambos da Volkswagen. O primeiro está equipado com um câmbio longo e o segundo, com um curto.

Voyage 1.0 (curto): 1ª: 4,167:1 / 2ª:2,300:1 / 3ª: 1,433:1 / 4ª: 0,975:1 / 5ª: 0,776:1 / Diferencial: 4,929:1

Polo 1.6 (longo): 1ª: 3,455:1 / 2ª: 1,954:1 / 3ª: 1,281:1 / 4ª: 0,827:1 / 5ª: 0,740:1 / Diferencial: 4,188:1

Observando os números, percebe-se claramente que as relações do Voyage são mais multiplicadas que as do Polo, mostrando claramente a diferença entre o câmbio curto e longo. Eles foram projetados assim com um objetivo muito claro, de acordo com as vantagens e desvantagens de cada tipo.

O câmbio curto pode ser reconhecido pela velocidade na qual se troca de marcha. Aquele carro que passamos da primeira para a segunda a 15 km/h, de segunda para a terceira a 30 km/h e de quarta para a quinta a 55 km/h pode ser considerado curto. Esta variante tem a vantagem de favorecer a aceleração e agilidade, especialmente para veículos carregados e pesados. As arrancadas são mais vigorosas e o veículo carrega cargas com mais desenvoltura. As desvantagens são o consumo mais elevado, as trocas constantes de marcha, menor velocidade máxima e altas rotações em ciclos rodoviários. Normalmente são aplicadas em veículos pesados e em automóveis menos potentes, como o Voyage 1.0 do exemplo, com o objetivo de aproveitar melhor a potência e torque do motor.

O câmbio longo costuma ser aplicado em veículos mais potentes e voltados a desenvolver altas velocidades. Costuma ser aplicada em veículos com maior número de marchas (seis ou mais). Se reconhece pelas trocas a velocidades maiores, como de segunda para terceira a 50 km/h e de quinta para sexta a 100 km/h. Em sua maioria, podem rodar em alta velocidade com baixas rotações, como 120 km/h a 2.200 rpm. Seus trunfos são a economia de combustível e elasticidade nas trocas de marcha, e suas fraquezas são as acelerações mais fracas e queda no desempenho em subidas e com veículo carregado. O Polo 1.6 do exemplo se enquadra nesta categoria, pois o peso é próximo ao do Voyage, mas seu motor tem 30% a mais de potência.

Algumas marcas fazem escalonamento misto, deixando as primeiras marchas mais curtas e as últimas bastante longas, a fim de obter o melhor dos dois tipos: boas arrancadas em percursos urbanos e rotações baixas e economia na estrada. Essa escolha é generalizada nas transmissões de seis ou mais velocidades.

Em síntese: o câmbio curto se mostra ideal para veículos de baixa potência ou voltados a transportar muita carga e passageiros, enquanto o câmbio longo cai bem para aqueles mais potentes, voltados à economia e a rodagem em estradas. Tecnicamente complexo, mas com implicações práticas muito claras."

Fonte: https://educacaoautomotiva.com/2015/08/0...-do-carro/

Tem outras fontes na internet, mas como é algo bem assimilado no meio da preparação eu peguei o primeiro site que pareceu ser simples e objetivo.
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23/04/2017, 18:23
Resposta: #15
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
(22/04/2017 17:12)diegorji Escreveu:  HeinHeinHeinHeinHeinHeinHein

Eu honestamente não entendi, pois no 1° paragrafo da sua resposta você não concorda, entretanto no 2° paragrafo você concorda com aquilo que você apresentou ser errado. Câmbio e relações de marcha são sinônimos nesse contexto.

Câmbio curto e câmbio longo: entenda a influência no desempenho do carro

"A distinção entre as duas variantes se dá nas dimensões das rodas dentadas que compõem a transmissão. Uma engrenagem é composta de duas rodas, uma menor (pinhão) e outra maior (coroa). A divisão entre o tamanho da coroa pelo pinhão corresponde à relação de marchas. Exemplo: Uma coroa de 15 centímetros de diâmetro está acoplada a um pinhão de 5 centímetros. A relação será de 3 para 1. (3:1). resultado de 15 dividido por 5.


As marchas mais baixas possuem relações maiores, ou mais multiplicadas. As marchas mais altas possuem quocientes bem próximos de um, ou até menores, também ditas desmultiplicadas. Abaixo, um exemplo de relações de marchas do câmbio MQ200 utilizado no Polo 1.6, da Volkswagen:

3,455:1
1,954:1
1,281:1
0,927:1
0,740:1
Ré: 3,182:1 – Diferencial: 4,188:1

O número à esquerda do sinal de divisão consiste na dimensão da engrenagem que compõe a relação de marcha. O “1” que vem depois do número se trata do pinhão, o qual está na saída do motor, sendo sua dimensão sempre constante, resultando no quociente de relação de marchas.

As marchas de mais torque, a primeira e a segunda, sempre serão mais curtas, pois seu objetivo é desenvolver força e tirar o peso do veículo do repouso. A quarta e quinta marcha têm como objetivo desenvolver velocidade e economizar combustível, especialmente em percursos rodoviários, mantendo a rotação baixa. Se tratam das relações longas.

Agora a explicação central: assim como existem marchas mais curtas e mais longas, existem câmbios curtos e câmbios longos. Eles são chamados assim de acordo com o conjunto de todas as relações de marcha. Na tabela abaixo, são comparadas as relações de marchas de dois carros: o Polo 1.6 e o Voyage 1.0, ambos da Volkswagen. O primeiro está equipado com um câmbio longo e o segundo, com um curto.

Voyage 1.0 (curto): 1ª: 4,167:1 / 2ª:2,300:1 / 3ª: 1,433:1 / 4ª: 0,975:1 / 5ª: 0,776:1 / Diferencial: 4,929:1

Polo 1.6 (longo): 1ª: 3,455:1 / 2ª: 1,954:1 / 3ª: 1,281:1 / 4ª: 0,827:1 / 5ª: 0,740:1 / Diferencial: 4,188:1

Observando os números, percebe-se claramente que as relações do Voyage são mais multiplicadas que as do Polo, mostrando claramente a diferença entre o câmbio curto e longo. Eles foram projetados assim com um objetivo muito claro, de acordo com as vantagens e desvantagens de cada tipo.

O câmbio curto pode ser reconhecido pela velocidade na qual se troca de marcha. Aquele carro que passamos da primeira para a segunda a 15 km/h, de segunda para a terceira a 30 km/h e de quarta para a quinta a 55 km/h pode ser considerado curto. Esta variante tem a vantagem de favorecer a aceleração e agilidade, especialmente para veículos carregados e pesados. As arrancadas são mais vigorosas e o veículo carrega cargas com mais desenvoltura. As desvantagens são o consumo mais elevado, as trocas constantes de marcha, menor velocidade máxima e altas rotações em ciclos rodoviários. Normalmente são aplicadas em veículos pesados e em automóveis menos potentes, como o Voyage 1.0 do exemplo, com o objetivo de aproveitar melhor a potência e torque do motor.

O câmbio longo costuma ser aplicado em veículos mais potentes e voltados a desenvolver altas velocidades. Costuma ser aplicada em veículos com maior número de marchas (seis ou mais). Se reconhece pelas trocas a velocidades maiores, como de segunda para terceira a 50 km/h e de quinta para sexta a 100 km/h. Em sua maioria, podem rodar em alta velocidade com baixas rotações, como 120 km/h a 2.200 rpm. Seus trunfos são a economia de combustível e elasticidade nas trocas de marcha, e suas fraquezas são as acelerações mais fracas e queda no desempenho em subidas e com veículo carregado. O Polo 1.6 do exemplo se enquadra nesta categoria, pois o peso é próximo ao do Voyage, mas seu motor tem 30% a mais de potência.

Algumas marcas fazem escalonamento misto, deixando as primeiras marchas mais curtas e as últimas bastante longas, a fim de obter o melhor dos dois tipos: boas arrancadas em percursos urbanos e rotações baixas e economia na estrada. Essa escolha é generalizada nas transmissões de seis ou mais velocidades.

Em síntese: o câmbio curto se mostra ideal para veículos de baixa potência ou voltados a transportar muita carga e passageiros, enquanto o câmbio longo cai bem para aqueles mais potentes, voltados à economia e a rodagem em estradas. Tecnicamente complexo, mas com implicações práticas muito claras."

Fonte: https://educacaoautomotiva.com/2015/08/0...-do-carro/

Tem outras fontes na internet, mas como é algo bem assimilado no meio da preparação eu peguei o primeiro site que pareceu ser simples e objetivo.
Foi mais ou menos isso que quis dizer, desculpe se não deixei claro.
Resumindo o que quis dizer: cambio não altera potência do motor, mas pode melhorar características em desempenho e/ou economia de combustível do carro em si.
Parece que já existe o câmbio pronto de 6 marchas para o up! no exterior, não sei se o mesmo do Fox/Golf 1.6 16V.
Abraço.

Riqueza-SC
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24/04/2017, 11:48
Resposta: #16
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
Alguem ja comparou o desempenho e consumo dos dois?
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24/04/2017, 13:26
Resposta: #17
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
Cara tenho mó vontade de fazer essa capirotagem, colocar o câmbio do golf 1.0 TSI (6M) no UP! TSI o que falta é grana e coragem principalmente grana mas ficaria top!.
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26/04/2017, 21:23
Resposta: #18
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
(17/04/2017 14:55)OVERSPEED Escreveu:  O que diferencia mesmo é o software da central... as modificações são mais para parte de confiabilidade pois o Golf pesa mais e tem maior area frontal o que exige mais do motor como um todo...

Eu faço remap, tiro 160cv do up

Aqui um com intake Cordoba, medido antes e depois:

[Imagem: 16831033_1331415383563220_62970494650938...e=599010E7]

Esse eu recomendo, O Júnior(Overspeed) entende muito mas muito mesmo do assunto, ano passado ele fez o remap do meu A3 1.8T e ficou muito bom!!!
Podem confiar!!!
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23/01/2018, 13:20
Resposta: #19
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
(24/04/2017 13:26)Vini tsi Escreveu:  Cara tenho mó vontade de fazer essa capirotagem, colocar o câmbio do golf 1.0 TSI (6M) no UP! TSI o que falta é grana e coragem principalmente grana mas ficaria top!.

Ficaria muito massa, mais será que teria espaço suficiente?
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23/01/2018, 16:23
Resposta: #20
RE: 1.0 TSI 105cv (up!) x 1.0 TSI 125cv (golf)
(21/03/2017 14:31)Leandro_cwb Escreveu:  Entendi.

Porem com um remap é possivel chegar aos mesmo 125cv do golf. Algum ja fez isso?

Li tambem sobre alguem que colocou um downpipe e sentiu boa melhora no rendimento. Acredito entao que sem "muito esforço" seria possivel tirar mais uns 25cv desse motor, certo?

Cara eu tenho a mesma ideia que você, nada agressivo ao ponto de querer fazer milagre com o carro, 125cv na roda e 20kg de torque esta mais do que excelente.

Se você der pau no carro direto pode saber que vai cair bem a durabilidade das peças, mas se andar de boa, pisando bem de leve, pensando em consumo e quando for pra dar uma esticada largar o pé não vai correr riscos assim não...

O que eu quero ver é o povo que faz milagre com a turbina o quanto vai durar, o problema é que dificilmente vão divulgar.

VW Cross up! 17/18
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